Supermercado lucrativo: gestão de perdas

Supermercado lucrativo: gestão de perdas

Perdas são um assunto que dá o que falar no supermercado, não é mesmo? Eu considero que temos as perdas operacionais (aquelas que dependem de melhorias dos processos internos para minimizá-las ou até mesmo eliminá-las) e as perdas por questões adversas como por exemplo os desvios.

Hoje vamos focar nas perdas operacionais, pois considero que o outro tipo de perda depende mais das ferramentas de monitoramento de segurança. E aprofundando ainda mais, vamos focar no setor de perecíveis, que demandam de maior atenção no gerenciamento e são de extrema importância, entre outras questões, na geração de fluxo de clientes na loja.

Uma das dicas é a atenção à data de validade dos produtos. Hoje há softwares que auxiliam na gestão destas datas e posso citar também um aplicativo muito interessante da BM Sistemas que integra a pesagem em balanças já ao controle automático da data de validade. São também conhecidas como embalagens inteligentes

Outra ação importante, também aplicada à data de validade, que é aplicado aos insumos e estoques é a aplicação do PEPS (primeiro que entra é o primeiro que sai). Para alguns pode parecer algo óbvio, mas é um fato recorrente. A estratégia de melhoria deste processo é a criação dos check lists de monitoramento com a equipe.

Em relação à padaria (setor de excelente margem de contribuição) é importante o gerenciamento de produção (ou de ordem de regeneração caso os produtos sejam congelados) para que se tenha sempre produtos frescos, minimizando rupturas e perdas.

No Hortifruti a ação é de seleção dos produtos e aqueles que estiverem parcialmente danificados ou até mesmo que depreciem com a qualidade do setor, a sugestão é a criação de produtos processados com os mesmos, que além de agregar valor (gerando imagem de serviço e possibilitando a aplicação de um maior mark up).

Uma ação interessante para ser aplicada em produtos de maior valor agregado, é criar pequenas porções para que o valor final da embalagem fique com valor que “caiba” no bolso do consumidor mesmo que a porção fique pequena. Isso contribui muito na redução da possibilidade de perdas.

Sem dúvidas essas super dicas são úteis também para outro setores, resguardadas as adaptações.

Agora é colocar a mão na massa. Boas vendas!

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